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Enquete (não é pesquisa) Candidatos a Presidente da República 2014

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Enquete Presidente 2014

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Veja os Resultados

ENQUETE (NÃO se trata de pesquisa eleitoral, prevista no art. 33 da Lei nº 9.504/97, e sim de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado).
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ENQUETE (NÃO se trata de pesquisa eleitoral, prevista no art. 33 da Lei nº 9.504/97, e sim de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado).

A sondagem serve apenas como diagnóstico da movimentação da campanha na internet, não tendo qualquer valor fora do mundo virtual.

 

Matéria da Revista Época sobre o assunto:

 

1 – Dilma Rousseff (PT) – A presidente da República tem direito de disputar a reeleição e, à medida que os meses passam, fica mais com cara de candidata. Saiu-se bem das denúncias de corrupção contra ministros ao demitir os mais envolvidos. Faz política com governadores e se aproximou de alguns oposicionistas, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Bem avaliada nas pesquisas de opinião, depende dos resultados do governo em tempos de crise econômica mundial para consolidar a candidatura. Contra ela, por enquanto, existe a sombra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os petistas estão divididos. Torcem para que Dilma e Lula se entendam.
2 – Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – Tem o controle do PT e, se quiser, disputará a Presidência da República pela sexta vez. Em discursos, disse que a candidata é Dilma. Se a presidente continuar bem avaliada nas pesquisas, Lula terá menos razões para tentar voltar do Planalto – a menos que a base de apoio esteja dividida em mais de um candidato e ele apareça como única opção para unificar os partidos. Caso a criatura chegue ao final do governo com grandes dificuldades, o criador será estimulado a disputar mais um mandato para continuar o projeto petista de poder.
3 – Aécio Neves (PSDB) – O senador mineiro retornou a Brasília no início do ano como uma esperança de renovação dos tucanos depois de três derrotas de candidatos paulistas. Ele afirma que pretende disputar o Planalto em 2014 qualquer que seja o adversário governista. No Senado, porém, Aécio não se comporta como um candidato a presidente. Até agora, não se destacou como líder da oposição ao governo federal nem comandou qualquer articulação nacional. Em algum momento terá de decidir se postula a candidatura a presidente dentro do PSDB, onde tem concorrentes, ou se tenta outra vez o governo de Minas. Terá de aferir se deixa o quase certo pelo duvidoso. O governador Antonio Anastasia não pode mais se reeleger e Aécio é, de longe, o nome mais forte dos tucanos no estado.
4 – José Serra (PSDB) – Derrotado pela segunda vez em 2010, disse um “até breve” no discurso em que reconheceu a vitória de Dilma. Torce para que Aécio queira voltar ao governo de Minas e para que Geraldo Alckmin prefira disputar a reeleição em São Paulo do que enfrentar Dilma ou Lula em 2014. Hoje, sem mandato, Serra nada tem a perder numa terceira candidatura a presidente. Mesmo que o adversário seja uma presidente bem avaliada ou um ex com muito carisma e uma sólida base popular.
5 – Geraldo Alckmin (PSDB) – O governador de São Paulo tem o privilégio de poder disputar a reeleição com a máquina estadual na mão. Deixar essa posição confortável para se arriscar em outra corrida presidencial, depois da derrota de 2006, parece pouco provável. A boa relação com Dilma ajuda na costura de acordos para garantir mais um mandato à frente do estado mais rico do país. Em 2014, pode formalmente apoiar Serra ou Aécio para presidente, com a opção de fazer corpo mole se for mais conveniente para assegurar a reeleição.
6 – Eduardo Campos (PSB) – O governador de Pernambuco há algum tempo frequenta as listas de possíveis candidatos a vice de tucanos e petistas. A movimentação do neto de Miguel Arraes, porém, sugere sonhos mais ambiciosos. Aliado histórico de Lula, estimulou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, na criação do PSD, e fez uma grande aliança para eleger a mãe, deputada Ana Arraes (PSB-PE), para o Tribunal de Contas da União. Integrante da base governista do governo, cultiva fortes laços de amizade com Aécio Neves. Na hipótese de se lançar candidato a presidente, tem a chance de construir palanques fortes em Minas e São Paulo. Aos 46 anos, pode fazer o velho discurso da renovação, a depender de quem sejam os adversários. Se quiser disputar o Planalto, precisa resolver como fica a relação com Lula e o PT. Teria grande capacidade de agregar aliados na hipótese de um segundo turno.
7 – Marina Silva (sem partido) – A ex-senadora deixou o PV, partido pelo qual se candidatou a presidente em 2010 e obteve quase 20% dos votos. O surpreendente desempenho no ano passado a autoriza a tentar outra vez, com grande aceitação entre defensores do meio ambiente e evangélicos. Deve ser cortejada para vice em alguma chapa.

Fotos: Agência Brasil

 


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